O último exercício do primeiro semestre foi a proposição de um parque, dando continuidade à sequência de desenvolvimento das formas já em andamento. A idéia era formar um parque a partir das formas resultantes do último exercício (híbrido), compondo-os em um terreno trabalhado e com uma sequência lógica no percurso entre elas. A novidade era o aparecimento de um "elemento de mutação"; este elemento deveria ser algo presente no parque e que sofresse uma pequena mutação sempre que se aproximasse das formas do parque, como se fosse contaminado por suas principais características, porém ser perder a sua essência.
Esse exercício, devido a sua complexidade, teve um prazo maior de entrega. Entretanto, a minha maior dificuldade foi colocar as formas no meu parque, posto que eu não consegui finalizar o exercício anterior, do hibridismo. Então, tive que refazer o exercício anterior para poder seguir em frente no desenvolvimento da disciplina. Acredito que foi nesse momento em que eu comecei a me dedicar realmente à matéria, percebendo que se havia alguma deficiência, eu deveria trabalhar com maior persistência para poder vencê-la. Vejo que o meu parque foi um resultado desse meu esforço maior, de uma maior vontade de aprender e ter êxito. Gosto do trabalho final em que cheguei, pois vejo nele um grande passo a frente em relação aos meus trabalhos anteriores.
Eu desenvolvi um parque em espiral, o qual se organiza sobre ilhas circulares que dialogam com a forma predominantemente arredonda das formas do parque. As ilhas vão se elevando em forma de espiral, mostrando a graduação de hibridização das formas. O elemento de mutação escolhido é o próprio terreno, que tem seu relevo modificado de acordo com a forma que está sobre ele, adquirindo uma topografia mais acidentada, pontiaguda, arredonda, transparente ou opaca, além do uso das cores para remeter a "contaminação forma/relevo". Para uma explicação mais detalhada do parque e para ver fotos do parque, procurar a postagem "parque espiral" do dia 24 de agosto de 2010.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Híbrido
O próximo exercício proposto na disciplina foi uma continuação do que havia sido proposto no último. Agora cada aluno deveria eleger a forma de um colega de turma e fazer modificações tanto no próprio objeto como no escolhido, de tal forma que eles fossem adquirindo características semelhantes até chegar no mais híbrido, ou seja, uma mistura dos dois.
A minha escolha foi o objeto da aline, que tinha uma forma semelhante a minha, sendo também arredondada. Porém o dela consistia em uma composição de três cones. Acredito que esse exercício foi o que eu mais encontrei dificuldades e tive o meu pior desempenho, posto que não conseguia progredir de acordo com a proposição. O resultado não foi o esperado, além de mais para frente, tornar-se um obstáculo para o exercício que estava por vir, pois assim como os anteriores, ele seguiria uma linha de continuação.

A minha escolha foi o objeto da aline, que tinha uma forma semelhante a minha, sendo também arredondada. Porém o dela consistia em uma composição de três cones. Acredito que esse exercício foi o que eu mais encontrei dificuldades e tive o meu pior desempenho, posto que não conseguia progredir de acordo com a proposição. O resultado não foi o esperado, além de mais para frente, tornar-se um obstáculo para o exercício que estava por vir, pois assim como os anteriores, ele seguiria uma linha de continuação.

sábado, 11 de dezembro de 2010
Escalas
O segundo exercício proposto era uma continuação do "leve e pesado": escolher uma das formas e organizá-la em três escalas diferentes, fazendo pequenas alterações, e dispondo-as no espaço de modo que elas se relacionassem. Como o resultado do meu primeiro exercício não havia me agradado, resolvi criar uma outra forma, que me desse maiores possibilidades e resultasse em algo mais interessante. Foi então que criei este "cilindo-pontudo" que aparece no meu exercício e em todos os demais que virão pela frente. Acredito que essa mudança tenha me ajudado e resultou em um exercício a altura do que foi pedido.










quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Leve e pesado
Fomos apresentados ao SkechUp, um software do Google que nos auxilia na modelagem de formas virtuais. Mas antes de tudo, o que é modelagem?
Para começar os nossos estudos sobre modelagem virtual, fizemos uma pesquisa sobre o conceito dessa expressão, tecnologias e programas que nos auxiliam na representação virtual de maquetes eletrônicas, além de alguns projetos que são considerados bons exemplos desta técnica. Essa foi a nossa primeira tarefa e também, primeiro post no blog (ver postagem do dia 22 de março de 2010).Depois disso, nosso primeiro exercício prático de modelagem foi a criação de duas formas no SketchUp. Definido como "Leve e Pesado", o exercício consistia na representação de duas formas abstratas, que nos trouxessem a idéia visual de um objeto leve em contraste com outro pesado, a partir de suas cores, formas, materiais.



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Este foi o resultado do meu primeiro trabalho no SketchUp, que apesar de não tido muito destaque, me ajudou a conhecer e experimentar o programa.
Memorial
Chegando ao final de mais um ano letivo, olhamos para trás e vemos tudo o que foi feito neste ano que se passou. Muitas produções, novos caminhos, novos olhares, dificuldades, mas, sem dúvida, aprendizados. Informática: uma matéria e muita resistência pessoal para aceitá-la.
A partir de hoje, farei no blog um memorial, traçando todo o meu caminho de 2010 na matéria de informática do meu curso de arquitetura e urbanismo. Mostrei meus trabalhos, produções, erros e acertos, todo o trajeto percorrido desde o primeiro contato com o skechup até o último exercício. Algo que começou como um grande desafio para quem não tinha nenhuma intimidade com tecnologias e softwares, e terminou uma como nova possibilidade, um caminho descoberto e um mundo a ser explorado. Afinal de contas, por que não?
A partir de hoje, farei no blog um memorial, traçando todo o meu caminho de 2010 na matéria de informática do meu curso de arquitetura e urbanismo. Mostrei meus trabalhos, produções, erros e acertos, todo o trajeto percorrido desde o primeiro contato com o skechup até o último exercício. Algo que começou como um grande desafio para quem não tinha nenhuma intimidade com tecnologias e softwares, e terminou uma como nova possibilidade, um caminho descoberto e um mundo a ser explorado. Afinal de contas, por que não?
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Parque espiral







A proposta do parque espiral veio da hibridição de dois objetos distintos, porém com uma característica marcante em comum: ambos possuíam a forma arredondada. A partir daí foi pensado um parque que tivesse como forma total uma semelhança com os objetos do próprio meio. A disposição deles é em ilhas de relevo circulares, ligadas por escadas irregulares formadas pelo encontro de pequenos cilindros, elevando todo o conjunto em forma de espiral. Esse formato espiralado lembra ambos os objetos iniciais a serem hibridizados: o cone e o cilindro pontudo.
Foi escolhido como elemento de mutação para o parque o próprio terreno, que, muito além de dialogar com a estrutura do parque, ele se contamina por ela. Entretando ele nunca deixa de ter sua característica fundamental de ser uma ilha circular e irregular Percebe-se um relevo mais arredendado no início, onde as pontas não estão tanto em primeiro plano. Porém ele vai se modificando, criando pontas, arestas sobresalientes e distorções de acordo a hibridização dos elementos. As formas do relevo se misturam com as formas dos objetos, juntamente com a mistura de cores que forma uma espécie de "colcha de contaminação" no solo, tornando a ligação entre meio ambiente e estrutura do parque tão íntima a ponto de, em alguns momentos, confundir-se o que é forma e meio. Percebe-se também a variação de transparência dos elementos híbridos ao longo do parque, que vai contaminando o relevo, ao ponto de no final o percurso ele apresentar-se bastante transparente, adquirindo um aspecto de leveza da ilha como no último objeto. É um contraponto entre o início e o fim, em que no princípio as ilhas apresentam-se pesadas e opacas e no final leves e transparentes.
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